O site cinéfilos, Nossos novos amigos e a matéria excelente escrita pela Carolina Tiemi Contando um pouco sobre a “maldição dos jogos e adaptações” De uma olhada em outras matérias(recomendo)o link: http://cinefilos.jornalismojunior.com.br/roteiros-baseados-em-games/ Game over? Jogar também é arte. Os videogames são considerados a décima arte na versão atual do Manifesto de Ricciotto Canudo. Algumas modalidades, porém, construíram um vínculo de amor e ódio durante sua evolução. É o caso do cinema e dos games. Existe uma lenda sobre essa relação: enquanto filmes servem de base para a criação de excelentes jogos, como foi o caso de GoldenEye 007 (jogo de tiro em primeira pessoa para Nintendo 64, inspirado no filme homônimo de James Bond) e os inspirados na série Star Wars, que alegraram seus seguidores em diferentes plataformas (Playstation 2 e 3, PC, PSP e Xbox), o caminho inverso não é tão bem sucedido; como uma maldição que paira sobre as adaptações cinematográficas das histórias dos games, os filmes dificilmente agradam os fãs. Primeira adaptação, primeira frustração O pioneiro a se a aventurar nessa transgressão entre gêneros foi Super Mario Bros. (Super Mario Bros, 1993). No início dos anos 90, as improbabilidades de um mundo de plantas carnívoras, canos e plataformas flutuantes em um live-action foram substituídas por um Brooklyn mais realista. Com Bob Hoskins como Mario e John Leguizamo como Luigi, os irmãos (que, no filme, têm uma relação de pai e filho) entram num universo paralelo, onde os humanos descendem de dinossauros e velhinhas andam armadas. O governante desse local, Rei Koopa (Dennis Hopper), uma versão humanizada do vilão Bowser, sequestra Daisy, interpretada pela loira Samantha Mathis. Se estávamos acostumados com uma Princesa Peach presa num castelo, o filme decepciona (também) neste ponto, uma das poucas lembranças que podemos ter é o possível romance entre Daisy e Luigi -isso, para quem acredita na fofoca do game da Nintendo. cinema-e-games-1
Cap-Red-Pôster Continuando nossos posts sobre super-heróis nacionais,hoje vamos falar sobre o herói Capitão R.E.D!! Capitão R.E.D é um personagem fictício de gênero super-herói genuinamente brasileiro criado por Elenildo C. Lopes para a revista em quadrinhos intitulada Capitão R.E.D – Distrito de Risco e Emergência e lançado pelo Selo editorial MeuHerói em 2012.  A revista em versão impressa foi lançada nas bancas do Rio de janeiro, São Gonçalo e Região oceânica no dia 25 de abril de 2012 mesmo mês de aniversário do criador. Lançamento interativo e sucesso no facebook.
O time profissional Dignitas está vendendo uma de suas seleções por infringir uma das normas da Riot games quando a times profissionais que só podem ter apenas uma equipe participando. Nessa momento O'Dell dono do time Dignitas esta se desfazendo de um dos times dele de LoL (League of Legends) ou Norte Americano ou Europeu, como a empresa é americana provavelmente o time a ser cortado será a seleção européia (veja a foto dos integrantes abaixo). RP8VVxHAJrRy.878x0.Z-Z96KYq O mais interessante desse negócio é como e por quanto O'dell está vendendo o time. Atualmente ele está aceitando propostas para possiveis compradores da equipe, (em resumo está "leiloando" quem der a melhor proposta compra) e foi revelado também que ele já recebeu propostas de $500.000,00 (isso mesmo 500 mil dólares ou quase 2 milhões de dilmas reais) Para quem não conhece o time dignitas sim eles não são qualquer 5 jogadores sem vida social eles são uma empresa como a CBF que treina jogadores e participa de jogos online, no cardápio da dignitas estão os jogos: CS:GO (Counter Strike: Global Ofensive), HotS (Heroes of the Storm) LoL (League of Legends), FIFA, Hearthstone, Smite, SC2 (Starcraft 2)
O Downning queria ter dinheiro para isso, ajudem-nos com publicidade talvez possamos ter um time desse calibre no Laboratório Nerd =)